sexta-feira, 11 de maio de 2012

Então aterrei em Portugal e não em Angola? | So I landed in Portugal and not in Angola?

Querida Sofia,
Isto de trabalhar para uma empresa portuguesa, ter namorado português e ter quase 70% dos produtos que consumo diariamente virem de Portugal está a fazer-me algum mal. Começo a suportar mal que me falem de Portugal como se tivesse acabado de chegar de lá, tivesse morado lá a vida toda, fosse o meu país, estivesse ali na esquina e que fosse tudo bastante óbvio. "Ah, não sabes onde comprei isto? foi ali na baixa!" "Na baixa aonde? Luanda tem baixa?" "Não, em Lisboa, duh". Frases simples assim, mas que começam a irritar-me. A minha realidade era diferente deles todos e não digo a ninguém "ah naquele restaurante ali na Opera" enquanto estou a falar de Paris sem mencionar a cidade, como se fosse evidente para eles como o é para mim.

Então, quando aterrar em Angola, aviso. Que hoje devo andar, sei lá, ali no Colombo!


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Up and down

Querida Sofia,
Quis escrever tudo isto na 2ª-feira de manhã, mas o meu trabalho não me dá tempo para passear pelo meu blog, pelo menos não tanto quando podia estar acostumada no passado. Então, se ainda não for muito tarde, deixa-me resumir o meu fim-de-semana:
- parti um copo na minha mão, abri o dedo mindinho, fui à clínica e tive um (dois) ataque(s) de pânico
– mais sobre o assunto um outro dia, pois foi a 2ª vez que tive um PA desde que cheguei a Luanda;
- traumatizei pai e irmão com o dito PA;
- passei o fim-de-semana com a minha mãe [NB: moro com meu pai], mas fugi a um momento dado;
- fui ter com uma amiga para a ajudar a esvaziar a casa dela, mas acabei por dormir 50% do tempo, com dores e sono, devido à medicação;
- quando o pior passou, fui com ela e os nossos respectivos namorados jantar fora e ao cinema porque era tudo o que eu queria;
- o que me faz apenas confirmar, com o meu mea culpa, que de nada vale fazer um plano de vida pois isso é como as dietas: acreditamos nelas apenas até as começarmos;
- rezei para o final de semana acabar. E lá acabou. E aqui estou eu de novo no trabalho. Mas ansiosa para que comece já o fabuloso fim-de-semana que eu sei que ai vem.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Trezentas e sessenta e uma certezinhas

Querida Sofia,
E o Sarkozy perdeu. E aquela leizinha (circular), que me fez sair de França, vai ser "anulada". Deus é pai. Mas voltar a França para viver? Jamais.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Angola VS France no mundo empresarial | in the corporate

Querida Sofia,
Ahhh, as diferenças do mundo empresarial entre a França e Angola são incrivelmente grandes… Dei-me conta assim que comecei a fazer as minhas entrevistas de trabalho e consigo detectar muitos mais detalhes desde que comecei a trabalhar há duas semanas (já? De facto, o tempo voa em Angola!)

1/ A indumentária: o que vou dizer poderá parecer-te bastante estranho, mas as pessoas prestam MUITO mais atenção à sua aparência (principalmente a roupa, mais do que a forma física) aqui em Angola do que em França. Não posso comparar as coisas do ponto de vista de empregados de loja, apenas do mundo corporate, mas garanto que há uma grande diferença, bastante palpável para mim. Em França, era bastante normal ver os homens a irem ao trabalho de polo ou t-shirt e jeans ou por vezes de facto com a camisa aberta, mas NUNCA de gravata. Idem para as mulheres, quase sempre de camisa e calça, sapatos rasos, cabelo ainda molhado do duche da manhã. Quero destacar esse particular, de usarem sapatos rasos, porque a realidade é que aqui na terra mãe, é tudo ao contrário de França. Os homens estão sempre vestidos a rigor, com gravata e os sapatos brilhantes e limpos, o que lhes confere um aspecto bem mais cuidado. As mulheres NUNCA NUNCA NUNCA usam sapatos rasos, ainda não vi uma, juro por Deus. Umas usam saltos razoáveis, mas tenho visto arranha-céus nos pés destas senhoras. E além dos sapatos, as mulheres Angolanas prestam MUITA atenção ao seu cabelo, tendo de parecer o menos Africano possível. Sei que hei-de voltar a tocar neste assunto num outro dia.

Angola 1 – França 0

2/ Educação e formalidade: já falei sobre o assunto no passado. Continuo a achar isto tudo muito ridículo e não acho bem chamar de Doutor quem não estudou aqueles 3 ou 5 anos de Doutoramento para tal. Mas já me dei conta que não vou poder mudar o mundo e a maneira como ele gira por aqui. Uma pena.

Angola 1 – França 1

3/ Comida e a hora de comer: em França, se for necessário comer apenas uma saladinha ou um sanduiche no trabalho por não haver tempo para mais, não há problema, até é quase o usual. Aqui em Angola, se as pessoas não comem uma refeição quente, com arroz COM batata (sim… os DOIS JUNTOS… no MESMO prato…), sentem que NÃO comeram nada. A minha mãe disse-me no outro dia que esse sistema de apenas comer uma sandes implica “comer MUITO pão”, no entanto, aqui comem o tal arroz com a tal batata e mais um pãozinho ao lado e é normal para eles. Não compreendo esta gente neste ponto e não acho que vá mudar a minha maneira de ser tão cedo. No entanto, algo que eu acho fantástico aqui em Angola é o facto que as empresas têm copa/cozinha, onde podemos levar o nosso pequeno-almoço, almoço, lanches, que podemos guardar no frigorífico e aquecer no microondas. Uma amiga minha de Londres que trabalhava em França explicou-me que sofreu um pouco em Paris pois levava o pequeno-almoço dela e as pessoas olhavam-na de lado. Prefiro a filosofia Britânica/Angolana neste ponto.

Angola 2 – França 2

4/ Horários: em Luanda, como as pessoas saem de casa a partir das 4h30 da manhã para chegarem ao trabalho às 7 horas (o estado do trânsito aqui é muito ao estilo de New Delhi!), pode acontecer frequentemente que cheguem ao trabalho MUITO cedo. Eu sou uma privilegiada, pois vivo pertíssimo do meu trabalho, e acordo às 7h, tenho tempo de me preparar e comer e chego sempre ao trabalho pelas 7h50. Recebo mails da empresa a partir das 6 ou 7 horas da manhã e sei que não são enviados do fundo de uma cama, a partir do Blackberry dos managers. E eu gosto muito disso. Também tem um certo impacto na minha vida pessoal, visto que todos os meus amigos estão acordados cedíssimo para ir trabalhar, por vezes são apenas 6h da manhã e já temos o nosso programa da noite todo planeado. Adoro isso! Em França, as pessoas PODEM chegar ao trabalho a partir das 8h, mas só o fazem realmente entre as 9h-9h30. Ficam mais tarde do que em Angola, mas prefiro sair como aqui às 17h, do que em França, onde só saem entre as 19h30-20h.

Angola 3 – França 2

5/ Transportes: em França, vamos ao trabalho a pé ou com transportes públicos o que é fantástico e bastante democrático, pois é com frequência que podemos cruzar com os nossos grandes chefes no metro. Em Angola, SÓ usamos o carro pessoal, que conduzimos (no meu caso, como não conduzo – fail – o meu motorista leva-me e vai buscar-me ao trabalho todos os dias) e isso não é uma atitude boa para o meio ambiente. Outro factor, é que é criador de uma certa competição de quem tem o melhor carro e OH MEU DEUS, quem tem aquele incrível Audi ou BMW, OH MEU DEUS. As pessoas em França gostam de gabar-se pelos metros quadrados do seu apartamento, aqui em Angola, as pessoas so se medem pelos carros que têm. E, vai saber, não gosto nada.

Angola 3 – França 3


6/ Meio ambiente: em França, imprimimos os slides de Powerpoint pondo 2/4/6 slides por folha, imprimindo no recto e no verso para poupar a maior quantidade de papel possível. E depois, separamos o lixo para a reciclagem. Uma atitude fabulosa visto que as empresas são as piores consumidoras de papel! Além disso, há uma grande onda de sensibilização para não imprimir os mails sistematicamente. Em Angola? Meio ambiente QUÊ? As pessoas imprimem TUDO… em GRANDES quantidades… TODOS OS MAILS…. TODAS AS LINHAS QUE ESCREVEM DIARIAMENTE…. Não imprimem nos dois lados das folhas e não vi nenhuma sensibilização para a reciclagem em empresas (em casas também não, devo precisar). Sinto que sentem que reciclar e a preocupação com o meio ambiente é apenas para os países mais ricos e desenvolvidos, mas sinto que vai ser preciso bastante educação ambiental quanto a isso por aqui. Infelizmente, não poderei fazê-lo sozinha.

Angola 3 – França 4

7/ E eu no meio disto tudo: ainda é cedo para julgar em que país me sinto melhor no que toca a trabalho. Se nos fiarmos aos seis primeiros pontos, vence a França, mas a verdade é que tenho 3 anos de experiência profissional em França e apenas 3 meses em Angola (em 2005). Este país e a sua maneira de ser ainda é novidade para mim, como se tivesse a descobrir coisas num lugar bastante familiar. Mas a verdade é que no meu novo trabalho, tenho responsabilidades que nunca tive antes, sei que ainda tenho muito que fazer pela frente e sou e serei mais valorizada do que nunca (no meu último trabalho, senti que utilizaram muito pouco as minhas capacidades e conhecimentos, o que me causou bastante frustração ao sair dos headquarters do Cálcio). Angola tem oportunidades – para as pessoas que estudaram – que nenhum outro país que não seja o meu tem. E estou a agarrar essa oportunidade. Além do mais, posso ver o mar todas as manhãs da janela do escritório. E isso… não tem preço.

Angola 4+ - França 4-


terça-feira, 17 de abril de 2012

Trezentas e sessenta certezinhas

Querida Sofia, 
Assino o contrato amanhã e começo a trabalhar na quinta-feira (19). YEAHHHHHHHHHHHHHHH!

domingo, 15 de abril de 2012

De volta a Angola - Três semanas! | Back to Angola #7 - Three weeks!

Querida Sofia, 
A minha mãe disse-me que em apenas três semanas, já andei mais por esta cidade do que ela nos passados anos. Decidi que não é por ter mudado de cidade que tenho de mudar a configuração da minha vida. Continuo a querer as mesmas coisas e a ter os mesmos vícios aqui que em qualquer outro pais. O maior problema reside apenas no facto das coisas aqui serem 5 a 10 vezes mais caras que em Paris (é verdade, é verdade...). Ando rodeada de pessoas absolutamente espectaculares. Juntos, somos parvos, somos sérios, gosto do que aqui tenho reconstruído com as pessoas que já conhecia e construído com as novas pessoas da minha vida. O mesmo se pode dizer da cidade, ando a descobrir lugares que apenas conhecia de nome, mas que não podia frequentar (NB: tinha apenas 14 quando daqui sai, então é normal). Esta cidade (e a sua gente) tem (têm) um batalhão de defeitos - cada um desses defeitos merecendo cartas detalhadas, porque há coisas que é preciso ver para crer. Não quero transcrever que estou a viver num país maravilhoso, no qual não tenhamos dificuldades, como se não tivéssemos saído de 40 anos de guerra. Nanani nanão. Mas ao mesmo tempo, não posso deixar de ser positiva com um país que tem tido tantas coisas a acontecer no seu território e na minha vida.

Banco Nacional de Angola à noite - Bank of Angola at night


Pista de patinagem em gelo no Belas Shopping - Ice skating ring @ Belas Shopping


Bolo de 17° aniversario do meu irmão -  My brother's 17th birthday cake


Em Paris, todo o mundo tinha iPhone, em Luanda sinto que todo o mundo tem Samsung - In Paris, everybody had an iPhone. Here in Luanda, everybody has a Samsung.


Calçadão na praia da Ilha de Luanda - Stroll by the sea, in the Island of Luanda


Abril, aguas mil! - Summer rain.


Dia de sol (como TODOS os dias) frente ao mar - Sunny day (as it is EVERYDAY) by the sea.


Vista interna do hotel Praiamar. - View from the inside of hotel Praiamar.


Vista para a nossa incrível marginal do topo do hotel Praiamar - View of our incredible bay from the Praiamar hotel's rooftop



sábado, 7 de abril de 2012

Querida Sofia,
Angola comemorou 10 anos de Paz esta quarta-feira. Que felicidade e honra por estar aqui, vendo Angola crescer assim!







sábado, 31 de março de 2012

Trezentas e cinquenta e nove certezinhas

Querida Sofia, 
Alguém disse-me ontem que eu tenho uma valente gargalhada. Senti-me um pouco constrangida, mas ele reiterou que era muito agradável ouvir-me rir. E no fundo, acho que não ria como ando a rir aqui há anos, a minha gargalhada é mais profunda, mais desinibida e sinto menos dores profundas no coração. Tenho de novo aquele riso de cair ao chão, por nos contarem histórias incríveis ou por estarmos a viver uma situação caricata. Tinha esquecido algures em mim o que era ser feliz, sinceramente. E ontem lembrei-me. E afinal, a minha felicidade, está(va) aqui. Quem diria?

quinta-feira, 29 de março de 2012

Trezentas e cinquenta e oito certezinhas

Querida Sofia, 
Faço hoje uma semana de volta a Luanda. E já tive várias entrevistas de trabalho e ontem, a melhor e mais inesperada de todas. E trabalho à parte, a minha vida deu uma volta de 180°. Dizem que isto é Angola, que nada é certo, que tudo é um recomeço, e que tudo, com paciência, pode valer a pena.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Trezentas e cinquenta e sete certezinhas

Querida Sofia, 
Três dias em Angola e já um inesperado encontro romântico. Como é que isto aconteceu?!

De volta a Angola - Espere o inesperado no seu jardim | Back to Angola #6 - Expect the unexpected in your garden

Querida Sofia,
Estava tranquilamente a cortar alho para pôr no feijão preto (oh céus, que fizeram comigo?) quando levanto a cabeça e olho pela janela. Estamos numa cidade, podem ver o mar no horizonte e tinha as cabras do vizinho a comer plantas. Mereciam uma sessão fotográfica!
Dear Sophie,
I was in my dad's kitchen cutting some garlic to put in my black beans dish (oh God, what have they done to me?) when I looked by the window. We are in a city, you can see the sea in the horizon and I found the neighbors' goats eating the plants. I thought this event deserved a photoshoot!








De volta a Angola - No supermercado! | Back to Angola #5 - At the supermarket!

Querida Sofia, 
No meu segundo dia em Luanda, o meu pai enviou-me ao supermercado. Foi a ocasião de avaliar os preços que se praticam aqui na banda. Para ajudar na conversão, a nossa moeda é o Kwanza (AOA): $1 = 100 kwanzas / 1€ = 132 kwanzas / £1 = 155 kwanzas. Achei que alguns preços eram bastante parecidos com os de Paris e outros um estapafúrdio.

Dear Sophie,
On my second day in Luanda, my father sent me to the supermarket. It was a good opportunity to check out the prices here. To help in the conversion, our currency is the Kwanza (AOA):  $1 = 100 kwanzas / 1€ = 132 kwanzas / £1 = 155 kwanzas. I thought the prices were quite similar to the ones in Paris and others are absolutely exaggerated. 


Agua Gaseificada, quase um dolar por garrafa de 250 mL / Sparkling water, almost a dolar per 250mL bottle


Não precisava de toalhetes de bebé, mas fiquei burra com o preço: 1600 kwanzas! / I didn't need baby wipes but I thought that 1600 kwanzas for one small pack was absurd.


Sumo a 200 kwanzas: razoavel. / Juices at 200 kwanzas is quite reasonable.


Em dez anos em França, nunca comprei Nutella mas pagar 1000 kwanzas por um pote é um absurdo / In ten years in France, I never bought Nutella but paying 1000 kwanzas for it would be an absurd.


Queijos e iogurtes, é o mais caro por aqui / Cheese and yogurts are the most expensive item here.


Mesmo assim, tive de comprar feta! Ja agora, a Clover é a marca da Danone na Africa do Sul / ...eventhough, I had to buy some feta. By the way, Clover is Danone's brand in South Africa.




Vista geral do meu carrinho / Overview of my caddie


Por compras de nada, achei que paguei demais (perto de 18000 kwanzas). Mas já me disseram que isto é apenas o inicio. / I felt I bought nothing but I paid a lot for it (almost 18000 kwanzas). But I was explained that this is just the beginning.

domingo, 25 de março de 2012

De volta a Angola - Mercado informal do quilometro 30 | Back to Angola #4 - The informal open market on KM30

Querida Sofia,
Os meus pais andam com bastante receio que eu não me adapte a Angola. O meu pai, ontem em conversa com um amigo, disse "temos de mostrar-lhe como é que isto funciona". Para isso, não se fez rogar e sem me dar conta já estavamos num carro pelas novas "autoestradas" de Luanda e arredores e fomos até ao KM 30, que tem um mercado informal onde se compra de tudo e mais alguma coisa. O meu pai queria que comprassemos sobretudo comida, do tipo sacos de batata, cebola, farinha, feijão, ovos e companhia. Que imersão na realidade deste país! Ando extremamente deslumbrada com o desenvolvimento que Luanda tem tido e mostrado nos últimos anos, mas ir ao mercado, isto é que é África (okay, África talvez não, mas é Angola sim). Quando chegamos, de início, o meu pai disse que eu podia ficar no carro e nem o contrariei, preferi vê-lo interagir com os vendedores ao longe. Uns minutos depois, fiquei farta de esperar e não fazer nada e lembrei-me que queria comprar detergente da loiça então saí do carro. Não sei se o meu pai ficou surpreso ou não, mas aposto que algo na cabeça dele fez "check!". O engraçado foi eu perguntar às pessoas "onde posso comprar detergente de loiça?" e todo o mundo com cara de "o quê que esta nos está aqui a dizer?". Ainda bem que o motorista veio ao meu socorro, para traduzir para "aquele líquido para lavar a loiça". Não digo que queira lá voltar todos os dias, mas pelo menos uma vez por mês, acho que tenho de lá voltar para tocar na realidade de frente, negociar em directo e ver como anda realmente este país. Mas cá entre nos, devo-te confessar que isso me faz sentir mesmo feliz.














sábado, 24 de março de 2012

De volta a Angola - Os meus pequeninos | Back to Angola #3 - With my wee ones




Querida Sofia,
Tenho dois irmãozinhos da parte do meu pai, um menino de 7 anos (que não via desde que ele tinha apenas 2 anos) e uma menina de 4 anos que nunca tinha visto na vida. Mas quando me viram, agarraram-se logo às minhas pernas. São dois amores. Ela, ela pôs-me logo calada: "Olá Elite! não nos conhecemos porque quando vieste da última vez, eu ainda estava na barriga da minha mãe". LINDOS LINDOS LINDOS!


sexta-feira, 23 de março de 2012

De volta a Angola - Primeiras fotos | Back to Angola #2 - First photos

Todas as fotos foram tiradas com o telefone / All photos taken with my mobile phone.


5 minutos antes de aterrar: plataformas iluminadas no mar / 5 minutes before landing: oil platforms in the sea

Fumo da petrofina - Smoke from an oil refinary




Comecei a ver os novos prédios no horizonte: eu nunca tinha visto isto em Luanda / New tall buildings in the horizon. I had not seen anything like this before in Luanda.

TAAG: a nossa companhia aérea / TAAG, our airlines


Uma hora em Angola bastou para voltar às tradições / One hour in Angola was enough to go back to tradition